Três dias montando uma usina com a sua mão, em Unaí, com quem já instalou 15 MW nessa região. Uma casa de 5 a 15 kWp, que é o tamanho mais comum, paga a formação inteira no primeiro serviço.
Não é projeção nem promessa: são obras entregues pela Fysol, e são todas aqui perto. Cada uma dessas precisou de gente que soubesse montar.
Ele conta como chegou aqui, o que você vai fazer com a mão nos três dias, e faz a conta do preço com você. Sem música, sem palco: gravado no galpão, do jeito que a gente trabalha.
docs/funil/script-vsl-danilo.md. O cliente pergunta se você faz. Você diz que hoje está cheio, ou passa pra frente. O serviço existe, está na sua cidade, e vai pra quem sabe montar. As três coisas que travam quem chega aqui são sempre as mesmas.
"Curso de solar é enrolação. Vídeo não faz ninguém instalador."
O online é a teoria, e ela é necessária: dimensionamento, projeto, homologação na CEMIG. Mas quem ensina a mão é a estação montada. Você vai fixar módulo, apertar no torque, crimpar MC4, fechar QGBT e comissionar com multímetro. Quem conduz é a equipe que faz isso toda semana, não um professor que leu sobre.
"É muito técnico. Não tenho estudo pra isso."
Se você já entende de fase, neutro, disjuntor e bitola, você tem a base. O que falta é ordem. Instalação fotovoltaica não se decora, se executa em sequência — e dentro da Fysol essa sequência tem nome e tem tela: chama Checklist de Obra, e é o que a equipe abre no celular antes de subir. Item por item, e o próximo só libera quando o anterior está feito.
É esse checklist que os três dias te ensinam a rodar. Você não sai daqui com o curso na cabeça, sai com o Checklist de Obra na mão. No terceiro dia tem avaliação prática individual: você sai de lá tendo feito, não tendo assistido.
"Não tem mercado de solar aqui pra mim."
A Fysol montou mais de mil projetos nesta região. Cada um desses precisou de gente pra instalar. E quem termina bem avaliado entra no hub de parceiros da Fysol, que é por onde passa serviço de verdade. Não é promessa de emprego, é porta aberta pra quem provar que sabe montar.
Engenheiro de Energia formado pela UnB. Fundou a Fysol em 2015 e desde então entregou mais de 1.000 projetos e 15 MW instalados na região de Unaí e Noroeste de Minas. É ele quem assina o certificado como responsável técnico, com registro no CREA, e é ele que conduz os três dias de imersão.
Ensinar também não é novidade. Nesses 11 anos, mais de 100 profissionais passaram pela mão dele: gente contratada e treinada dentro da Fysol, gente que ele capacitou fora, e aluno em sala de aula na universidade.
O que é novo é isto aqui. Esta é a primeira turma que a Fysol abre para fora, e é por isso que ela chama Turma 1.
docs/funil/script-vsl-danilo.md). Não inventar biografia de pessoa real. Este aviso não pode ir ao ar.
Sete módulos gravados para estudar antes, e três dias montando com a mão depois. O online sozinho não forma instalador; a prática sem a teoria também não.
É esta lista, e você executa com a mão, com o responsável técnico olhando:
Esta lista está aqui antes de você pagar porque é ela que diz se você sai instalando. O certificado só diz quantas horas você cursou.
Quem não fecha a lista no dia 23 continua no grupo da turma, com o Danilo, até fechar.
Não. O pré-requisito é noção básica de elétrica, o tipo de coisa que quem já trabalha na área tem. Ajudante de eletricista e técnico iniciante também entram. Quem nunca encostou em um quadro vai sofrer.
Não em telhado de casa. A prática acontece em telhado didático montado a cerca de 1,5 metro do chão, com os três tipos de cobertura. Você aprende o procedimento sem o risco de uma obra real, e com EPI.
Não é discurso de que "é barato". É a mão de obra que você passa a poder cobrar depois de saber montar.
Antes da conta, uma pergunta que só você responde: quantos serviços de solar você já passou pra frente?
Não precisa dizer pra ninguém. Só lembre. Cada um foi mão de obra que entrou no bolso de outra pessoa. Mesmo contando pelo menor serviço que aparece aqui, R$1.500, dois deles já dão R$3.000 — mais caro que a formação inteira, e você pagou isso à vista, sem parcelar e sem sair com certificado nenhum.
O primeiro serviço paga. O segundo já é inteiro seu.
A formação você paga uma vez. Saber montar fica com você em toda obra que vier depois — e do segundo serviço em diante, os R$2.500 a R$5.000 de mão de obra não dividem com ninguém.
A formação custa R$1.997, ou 12 parcelas de R$166,42. Preferimos fazer a conta com você a dizer que é barato: você conhece preço de obra melhor do que qualquer anúncio. Os valores de mão de obra acima são referência do Brasil Central, com base em SINAPI e CONFEA.
A imersão roda em quatro estações de dez alunos, com o Danilo, um instrutor sênior contratado e um monitor. Esse número não estica por vontade: é o que cabe com cada aluno pondo a mão no equipamento.
Turma 1 em Unaí, 21 a 23 de agosto. Quarenta vagas, e o material online abre no dia 3.
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